quarta-feira , 13 dezembro 2017
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Palavras da Chef Andrea Tinoco

Palavras da Chef Andrea Tinoco

Advogada por formação, chef de cozinha por vocação. Ela já foi assistente do chef José Hugo Celidônio, morou em Portugal, há vinte anos inaugurou o Rancho Inn e há sete, em parceria com Pedro Tinoco, seu filho, é a responsável pela cozinha do Armazém Devassa

SC: Qual é a sua inspiração para criação de ceias de natal?

Andrea Tinoco: O Natal das famílias, das mães e avós. Busco receitas que envolvam não apenas o paladar, mas também a memória afetiva.

SC: Quais são as novidades para o natal deste ano?

Andrea Tinoco: A torta de canela, o folhado de bacalhau e a salada de lentilha com tender e amêndoas.

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SC: Qual foi a receita mais diferente que você já criou para o natal?

Andrea Tinoco: O gateau de panetone com mousse de chocolate branco e frutas vermelhas. Ganhamos o concurso da Prazeres da Mesa com a sobremesa que também foi a capa de Natal da revista há alguns anos.

SC: Quais são as melhores lembranças que você tem das ceias em família?

Andrea Tinoco: O encontro com toda a família, a troca de presentes, os vinhos especiais e as melhores comidas que minha avó fazia…. Bacalhau, bobó de camarão, torta de nozes e mousse de chocolate com amêndoas eram algumas das delícias. Esta mistura de receitas se dava porque minha avó era gaúcha de familia de imigrantes italianos e meu avô do Maranhão. E, até hoje, a minha mãe prepara a ceia de forma parecida, mantendo a maioria das receitas.

SC: O que você indicaria para as pessoas que querem fugir da tradicionalidade no natal?

Andrea Tinoco: Pratos como saladas, peixes e frutas.

SC: E para quem não abre mão da dieta nem nas festas de final de ano. É possível fazer uma ceia light? Se sim, quais pratos você indicaria?

Andrea Tinoco: Pratos com peru light e nada com creme de leite e maionese. Farofa, nem pensar.

SC: Qual criação sua que não pode faltar no natal? Por quê?

Andrea Tinoco: Bacalhau e alguma receita especial com rabanada. Porque o Bacalhau era caro, nós só comíamos no Natal e é a cara da ceia até hoje.

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